Museu Cais do Sertão: nova exposição e rooftop têm atraído a atenção dos visitantes!

Museu Cais do Sertão é um dos atrativos turísticos mais imperdíveis do Recife Antigo. Interativo, o espaço traz à luz dos visitantes a importância da obra do saudoso Rei do Baião Luiz Gonzaga e ambiente do Sertão Nordestino. Foi eleito um dos vinte melhores museus da América do Sul, em 2015, pelos usuários do site de viagens TripAdvisor. Acompanhe  gente também no Instagram, onde você pode receber várias dicas de viagem e conhecer paisagens incríveis! É só clicar AQUI!

Entrada do Museu Cais do Sertão

O Cais do Sertão está instalado no antigo Armazém 10 do Porto do Recife. É um local de convivência, diversão e conhecimento sobre o solo rico e generoso da cultura popular desta região do Brasil. O museu é bem tecnológico, utiliza de várias ferramentas interativas que neste momento ainda de pandemia estão com certa limitação. Traz à tona o diálogo entre a tradição e a invenção, proporcionando aos visitantes uma experiência de imersão no belo e sofrido universo sertanejo. Vai viajar e precisa reservar hotel? Clique AQUI!

Instalações

O museu conta com atrações e ambientes como a Sala do Imbalança, o Sertãomundo, a Casa do Transtempo, a Sala de Poesia, o Túnel do Capeta, o Túnel das Origens, cabines de Karaokê, dentre outros. Logo na entrada, o visitante pode observar o Espaço Umbuzeiro, no vão livre (foto acima). Tem ainda salas de projeção, auditórios, etc.

Rooftop

Recentemente, muita gente também começou a frequentar o Rooftop do Museu, onde passou a funcionar o Cais Rooftop Lounge, espaço super bacana para encontro com amigos, reunião de trabalho e mesmo aquela visitinha rápida só pra dar um pinta! Os instagramáveis logo descobriram que lá além do visual que é lindo existem cenários feitos pra bombar nas redes sociais.

Ao fundo, a Torre Malakoff / O Rota1976.com veste C&A (Crédito da Foto: Pedro Correa da Silva)

Funciona de segunda à quarta-feira, das 12h à meia-noite; de quinta à sábado, das 12h à 0h e domingo, das 12h às 23h. Tem música ao vivo e o couvert artístico custa R$ 15 (ver programação no Instagram). A casa serve diversos drinques, vinhos, além de opções pra beliscar, e um cardápio bem prático onde no almoço você escolhe, por exemplo, a carne, o molho e dois acompanhamentos. O melhor horário deve ser final de tarde, quando você estica até de noite e tem a vista diurna e também noturna.

Cenário Instagramável / O Rota1976.com veste C&A (Crédito da Foto: Pedro Correa da Silva)

Expô

E quem visitar o Museu por esses dias pode apreciar a exposição “O Sertão Virou Mar”. A mostra conta com série de fotomontagens do cineasta e artista gráfico potiguar Sérgio Azol e estão expostas na sala São Francisco até 19 de março. Entre o mar e o sertão, a força transformadora das imagens que unem as narrativas destas duas paisagens. “O Sertão Virou Mar” tem curadoria do jornalista e crítico de arte Marcus de Lontra Costa. O evento é destinado ao público em geral e pode ser visto de quinta a domingo, das 10h às 16h.

“Estamos muito felizes em receber a primeira exposição do ano no Cais, e ainda mais por ela se relacionar com o Sertão, esta região que é tão bem representada no acervo do museu, que inspira todo o projeto e concepção do equipamento. A Secretaria de Turismo e a Empetur têm buscado, nesta retomada das atividades turísticas, promover iniciativas de qualidade, oferecendo toda a segurança para os visitantes, então convido a todos que venham visitar a mostra, venham conhecer o acervo do Cais, porque é uma experiência valiosa”, salienta o secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes.

O “Sertão Virou Mar”  traz 53 imagens e une elementos dramáticos que aludem à metáfora utópica para a criação de um sertão que é o contraponto da sua realidade. As fotografias produzidas nos sertões do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Alagoas e Bahia apresentam fragmentos do real que se impregnam de múltiplos significados plurais e transformados pelo apelo que se faz à  imaginação coletiva. A rudeza, a aspereza se complementam à abundância do mar nos ambientes fotografados, que se transformam num mundo repleto de novas realidades.

“Procuro ajudar o observador a embarcar numa jornada para o sublime. O mar é uma metáfora utópica para a criação de um sertão que é o contraponto da sua realidade. As fotografias produzidas apresentam fragmentos do real que se impregnam de múltiplos significados e sentimentos, se tornam plurais, transformadas pela provocação que se faz à imaginação. Caatinga, seca, a rudeza e a aspereza dos ambientes registrados são transformados em novas realidades, aquelas que, em nosso inconsciente, as chuvas poderiam revelar: abundância, esperança, fertilidade. O mar é água, é a força transformadora do sertão; nos convoca à construção de uma possível existência”, pontua Azol.

Para conferir a exposição, o visitante deverá apresentar na entrada o passaporte vacinal e seguir os protocolos sanitários estabelecidos pelo Governo de Pernambuco, como uso de máscara facial, higienização das mãos com álcool  em gel e manter o distanciamento social no espaço. O acesso é feito pela entrada principal do centro cultural.

Serviço:

Mostra “O Sertão Virou Mar” .

Data: 19 de janeiro a 19 de março,

Local: Cais do Sertão (Armazen 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n – Recife, PE, 50030-150)

Horário: Quinta a domingo, das 10h às 16h

Ingresso para a entrada no museu: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)

 

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