O que fazer em San Andrés, no caribe colombiano?

Quem gosta de praia e viagem certamente já deve ter ouvido falar dessa ilha, no caribe colombiano. É pra lá que vamos agora! Descubra aqui tudo o que fazer em San Andrés, no caribe colombiano. Vou começar explicando como se chega a este paraíso. Há voos diretos das principais cidades do país, a exemplo de Bogotá, Cartagena, Medellín e Cali. Eu parti de Cartagena para San Andrés. Também saem voos do Panamá e do Canadá para a ilha. O que fazer em San Andrés, no caribe colombiano?

Como Chegar

Não há necessidade de visto para brasileiros, mas no aeroporto pagamos uma taxa no guichê da companhia aérea. Algo em torno de 30 mil pesos. Essa mesma taxa vale tanto para San Andrés quanto para quem vai a ilha de Providencia. É só apresentar o comprovante de pagamento. Outra opção para chegar lá é de cruzeiro, mas não são tão comuns.

Vale lembrar que existe um translado de ônibus entre os terminais do aeroporto, inclusive levando os passageiros entre os terminais internacional e doméstico. Eu mesmo não sabia desse serviço gratuito e fiquei em “apuros”. Desci no aeroporto doméstico quando deveria ter ido pro internacional, já que estava voltando pra casa. Resultado: estava sem dinheiro, já era final da minha temporada na Colômbia, e tive que pegar carona até o outro aeroporto.

Localização

Não cheguei a conhecer, mas pertinho de San Andrés tem a ilha de Providencia, que fica a cerca de 20 minutinhos de voo. Como a ilha de San Andrés é pequena, quem ficar perto do centro consegue fazer quase tudo a pé, foi o que fiz. Mas para ir a algumas praias será necessário usar táxis, ônibus ou pode ir de carro, bike ou moto alugados.
Já aviso que os táxis não rodam com taxímetro, portanto, é uma opção não muito em conta. Os ônibus demoram a passar nos pontos e eis que surge uma outra opção: alugar carrinhos de golfe por um dia todo. Mais econômico e talvez mais divertido.


Quando Ir

Não existe uma época melhor de ir para San Andrés, no caribe colombiano, uma vez que o ano inteeeeeiro a temperatura varia perto dos 28 ou 30 graus. Calorão sempre. Entre os meses de dezembro e janeiro e junho e agosto a possibilidade de chuva é menor, sendo essa a época ideal pra conhecer o lugar. Itens indispensáveis: boné, protetor solar, óculos de sol e câmera fotográfica, afinal você está no caribe!

No centro da ilha está o calçadão Peatonal, onde se concentram as lojas e são muitas. O local é bem conhecido pela quantidade de free shops, outlets e lojas de marca internacional com preços bem menores que no Brasil por estarem livre dos impostos. O comércio abre às 9h e fecha às 12h30 para a “siesta”, voltando às 15h e fechando às 19h30.

Comer, comer…

Por lá, também estão diversos bares e restaurantes inclusive com gastronomia internacional. Em vários lugares você pode pagar com dólar americano, lembro que usei a moeda em muitas ocasiões para pagar passeios, táxi, etc. A ilha de San Andrés é conhecida como mar de sete cores. São vários tons de azul que chegam a deixar a gente “atordoado” com tanta beleza natural. Em partes, a água parece de uma piscina de tão cristalina que é. A paisagem é de um verdadeiro paraíso tropical, embora muito visitada, tem ares bem tranquilos. Na gastronomia, predominam pratos à base de frutos do mar, com lagosta, peixes, caranguejos.

Ilhas

O arquipélago é formado por várias ilhotas chamadas “cayos“. Em todo esse conjunto: águas cristalinas com várias tonalidades de azul. Nem precisa dizer que lá é paraíso pra quem gosta de mergulhar né? Mais abaixo conto sobre essa experiência. Não embarque sem seu Seguro Viagem, é só clicar AQUI!

San Andrés é a maior e principal ilha do arquipélago, com 26 quilômetros quadrados de extensão. Não deixe de conhecer as praias de Rocky Cay e San Luis. Possuem mar calmo, ideal para criançada, areia bem branquinha e infra-estrutura bacana com hotéis e restaurantes.

Mergulho

Banhada pelo mar do caribe, a ilha de San Andrés é ideal para mergulho com cilindro, pois está cercada de recifes de corais. Como eu já tinha carteira de mergulhador profissional, fiz esta aventura acompanhado de um grupo com certificado e claro um guia, que nos mostrou lá embaixo os melhores caminhos.

Vimos arraias, peixes das mais variadas espécies, corais, etc. O acerto do mergulho fiz na hora. Tem diversas agências para “busear” como eles chamam. Aliás, não só o mergulho, mas qualquer passeio para as ilhotas você pode contratar na hora, pois é super tranquilo. Precisa de hotel? Clique AQUI!

Para praticar snorkel (flutuação com máscara de mergulho) há dois pontos especiais na ilha: La Piscinita e West View. O bom é que eles estão na parte da ilha voltada para o continente, então mesmo em dia de ventos fortes o mar ali está calmo.

Hoyo Soplador

Outro ponto turístico é o Hoyo Soplador, uma pequena abertura na rocha, perto do mar, que faz com que jorre água devido à pressão. É um gêiser natural resultado da pressão com que a onda do mar entra nos túneis de pedra. E quando a água não sobe porque a maré está mais baixa, você tem o a brisa que vem com tudo, parecendo um grande sopro, daí o nome do ponto turístico. O local rende fotos engraçadíssimas principalmente das pessoas que tem cabelos grandes que ficam com eles ao alto.

A ilha também guarda uma caverna, cuja lenda diz que o local foi utilizado pelo pirata Morgan para guardar seu tesouro. Dentro dela, está um lago que dá acesso ao outro lado da ilha.

Parque Regional Johnny Cay

O parque fica a 15 minutinhos de San Andrés. A ilha tem 45.000 metros quadrados e cobra taxa de entrada. No local, você pode observar diversos animais como tartarugas, iguanas, lagartixa azul, que eu num sabia nem que existia nesta cor, e aves migratórias.

Lá pode-se beber e comer nos diversos bares que a ilha oferece. Se quiser economizar leve seu lanchinho na mochila e compre por lá só a bebida. Por falar em bebida, a mais famosa é a cocoloco, feita à base de coco e rum. Este é um dos passeios que ninguém deixa de fazer.

Voltando à San Andrés, quem gostar de museus não pode deixar de ir até a Casa Museu Isleña, que conta toda a história dos nativos da ilha. Uma residência típica mostra como eles viviam e seus costumes já em sua maioria “abandonados”. O Museu Pirata traz exposição de como eles se vestiam, e ainda quais utensílios usavam.

Na minha temporada pela Colômbia fiquei 23 dias circulando pelo país, entre Bogotá, Boyacá, Zipaquirá, Medellín, Cartagena e San Andrés. É um país muito rico culturalmente, bem mais organizado que a gente imagina e que agora também conhecemos o tamanho de sua solidariedade depois das homagens com a tragédia do time da Chapecoense.

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